Foro Inteligência promove debate sobre impactos do 14º Plano Quinquenal da China no Brasil e no mundo

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Foro Inteligência promove debate sobre impactos do 14º Plano Quinquenal da China no Brasil e no mundo

Rio de Janeiro – O ritmo do envio dos insumos para a produção de vacinas é apenas um aspecto importante das relações entre a China e o Brasil. Economia que mais cresceu em 2020, o gigante asiático aprovou seu 14º Plano Quinquenal em outubro, com metas ambiciosas para 2021-25 e objetivos de desenvolvimento até 2035.

Mas quais são os impactos das novas diretrizes chinesas para a economia brasileira e o cenário geopolítico mundial? As respostas serão apresentadas no Foro Inteligência desta quarta-feira, 12 de maio, com o tema “O 14º Plano Quinquenal da China e suas consequências para o Brasil”.

Os convidados do evento são a senior fellow da Universidade de Negócios Internacionais e Economia em Pequim e colunista semanal da Folha de S. Paulo, Tatiana Prazeres, e o professor associado do Instituto de Relações Internacionais e vice-decano de Desenvolvimento e Inovação (CCS) da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio), Paulo Esteves.

No encontro virtual, que será realizado a partir das 21h, os especialistas explicarão a relevância da China para a realidade brasileira, bem como as oportunidades no país para empresários e estudantes. As discussões terão como foco os impactos das novas metas definidas pelo governo chinês, que pretende transformar a China em uma locomotiva de inovações tecnológicas, alargando seus horizontes de produção, com investimentos que envolvem desde a área de serviços de baixa complexidade até o aperfeiçoamento do setor militar.

Alguns dos desafios do 14º Plano Quinquenal da China são incorporar os chineses de baixa renda das áreas urbana e rural. Nesse sentido, Paulo Esteves deve abordar como a combinação de metas de inclusão social, elevação de renda e do padrão de vida de milhões de chineses representará um boom de demanda por alimentos, insumos, matérias-primas, construção civil e modernização da infraestrutura chinesa em uma escala significativa.

Já Tatiana Prazeres, que foi a assessora sênior do diretor-geral da Organização Mundial do Comércio, em Genebra, e secretária de Comércio Exterior do Brasil, avaliará de que modo os ajustes no modelo econômico chinês e o cenário internacional mais desafiador se traduzem nas novas metas do país. Segundo a especialista, o incentivo a autossuficiência da China deve gerar impactos no Brasil e no mundo, não apenas sob o ponto de vista econômico, mas também geopolítico.

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